sexta-feira, 24 de julho de 2015

Professores podem fazer o Diário de Classe em formato digital

Professores podem fazer o Diário de Classe em formato digital

Continuidade do registro em papel poderá ser feita pelos educadores que desejarem

O registro de dados dos alunos no Diário de Classe também poderá ser feito em sistema informatizado, nas escolas da rede estadual de ensino. A nova opção foi publicada no Diário Oficial de Minas Gerais, com a Resolução SEE nº 2.131, de 17 de julho de 2012. O documento ainda orienta que o registro em papel, como é feito atualmente com os formulários oficiais, poderá ser usado pelos professores que desejarem.

“É um pedido de muitos educadores que queriam fazer o Diário de Classe usando o ambiente virtual. Todas as resoluções anteriores só falavam do registro em papel. Isso é uma forma de reforçar o uso da tecnologia nas escolas, até mesmo na parte administrativa”, explica a subsecretária de Desenvolvimento da Educação Básica, Raquel Elizabete de Souza Santos.

Mesmo com o ano letivo em andamento, o professor já pode adotar a opção de registro virtual, uma vez que o Diário de Classe é dinâmico e as informações são repassadas mês a mês.

Para o professor que fizer a opção pelo registro virtual, a Resolução orienta que ele deverá salvar o Diário de Classe em uma mídia (pendrive ou CD, por exemplo), ou encaminhá-lo de forma online para a secretaria da escola até o final de cada mês. Esse documento deverá ser impresso pelo setor, para que o secretário, responsável pelo Diário, e o professor façam a assinatura. O documento, impresso e assinado, será arquivado.

Ainda de acordo com a Resolução, esse arquivo deverá ser mantido em absoluta segurança e ser manuseado tão somente por pessoal vinculado à secretaria da escola. A inserção dos dados do Diário de Classe no Sistema Mineiro de Administração Escolar (Simade) é de competência do serviço de secretaria sob responsabilidade do diretor da escola.

Fonte: www.educacao.mg.gov.br

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Resolução SEE nº 2.131, de 17 de julho de 2012. Determina uso de Diário de Classe Eletrônico nas Escolas de Minas Gerais

O Escola21.Net vem informar, através deste, que possui o melhorDiário de Classe Digital e que oferece suporte online as escolas que implantarem o seu diário. Temos vídeo aulas explicando o passo a passo do funcionamento do Diário. O custo do diário por escola por ano é de R$ 650,00 pagos através de Boleto Eletrônico do PagSeguro, ou depósito em conta bancária.

Para maiores informações entre em contato com:

Prof. Jerônimo através do celular: (31)9679-5016 ou através do email: contato@escola21.net



www.escola21.net

www.diariodeclasse.net

terça-feira, 7 de julho de 2015

Curiosidade: The Nanny

The Nanny

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
The Nanny
Competente e Descarada (TVI)/The Nanny: Competente e Descarada (SIC K) (PT)
The Nanny (BR)
Informação geral
FormatoSitcom
GéneroComédia
Duração29 minutos
Criador(es)Peter Marc Jacobson
Fran Drescher
País de origemEstados Unidos da América
Idioma originalinglês
Produção
Produtor(es)Robert Sternin
Prudence Fraser
ElencoFran Drescher
Charles Shaughnessy
Daniel Davis
Lauren Lane
Nicholle Tom
Benjamin Salisbury
Madeline Zima
Exibição
Transmissão original3 de Novembro de 1993 – 12 de Maio de 1999
N.º de temporadas6
N.º de episódios146
The Nanny (Competente e Descarada em Portugal e The Nanny no Brasil) é um sitcom estadunidense, que estreou no dia 3 de Novembro de 1993 na CBSFran Drescher interpreta "The Nanny Named Fran", canção de abertura. O seriado encerrou após 6 temporadas.
A série era produzida pela Sternin/Fraser Ink, Inc. e pela High School Sweethearts Productions, em colaboração com a TriStar TelevisionThe Nanny tinha como produtores executivos Drescher e o seu então esposo Peter Marc Jacobson, que tinha sido seu namorado desde os tempos de liceu.
No Brasil, o programa já foi exibido pela Record, nos anos 90, e pela Rede 21, nos anos 2000, e é exibido no canal Comedy Central, de TV a Cabo. Em Portugal, é exibida pelo canal TVI e agora pela SIC K.
Após ser exibida em sua versão em inglês com legenda durante anos pelo canal Sony, atualmente é exibida sem legenda e dublada pelo canal Comedy Central. Também está disponível no Netflix.

Enredo:
A série gira em torno de Fran Fine (Fran Drescher), que tem voz anasalada. Ao perder seu trabalho na loja de noivas do ex-namorado, Fran tem de vender cosméticos de porta em porta. Assim, Fran dirige-se à casa do inglês Maxwell Sheffield, produtor da Broadway e pai de 3 crianças. Maxwell confunde a Srtª. Fine com a babá que tinha contratado, e deixa-a entrar. Fran aproveita a oportunidade e aprende rapidamente a ser a babá das crianças.
O mordomo Niles (Daniel Davis) mantém a casa impecável e a intromete-se constantemente nas conversas da família. Niles reconhece rapidamente a boa vontade de Fran e logo tornam-se amigos. C.C. Babcock (Lauren Lane), sócia de Maxwell e apaixonada por ele, vê na ama uma concorrência de peso e tenta a todo o custo que Maxwell não se apaixone por ela.
Sempre presentes na mansão Sheffield estão a amiga de Fran, Val, sua mãe, Sylvia, e sua avó Yetta. O seriado conta com aparições mais que especiais de celebridades como: Jay Leno, Ray Charles, Elton John, Whoopi GoldbergErik Estrada, entre outros famosos.
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/The_Nanny

quarta-feira, 3 de junho de 2015

A Raposa e as Uvas

Dissonância cognitiva

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Encontre fontes: Google (notíciaslivros e acadêmico)
A Raposa e as Uvas, de Esopo. Quando a raposa percebe que não consegue alcançar as uvas, ela decide que não as quer de qualquer modo, um exemplo da formação adaptativa de preferências, com o objetivo de reduzir a dissonância cognitiva.1
A teoria da Dissonância cognitiva foi inicialmente desenvolvida por Leon Festinger, professor da New School for Social Research de Nova York para explicar que existe uma necessidade nos indivíduos de procurar uma coerência entre suas cognições (conhecimento, opiniões ou crenças). Quando existe uma incoerência entre as atitudes ou comportamentos que acreditam ser o certo com o que é realmente praticado ocorre a dissonância.
De acordo com a teoria da dissonância cognitiva de Festinger (1957), um indivíduo passa por um conflito no seu processo de tomada de decisão e dissonância depois quando pelo menos dois elementos cognitivos não são coerentes. Em outras palavras, quando uma pessoa possui uma opinião ou um comportamento que não condiz com o que pensa de si, das suas opiniões ou comportamentos vai ocorrer dissonância. Quando os elementos dissonantes são de igual relevância ou importantes para o indivíduo, o número de cognições inconsistentes determinará o tamanho da dissonância.2

Formas de eliminar a Dissonância[editar | editar código-fonte]

Quando ocorre uma dissonância o indivíduo entra em um conflito íntimo e esforça-se para estabelecer um estado de consonância ou consistência consigo e o ambiente cujo esta inserido, e para tentar diminuir ou eliminar a dissonância existem três formas
Relação dissonante: O indivíduo tenta substituir uma ou mais crenças, opiniões ou comportamentos que estejam envolvidos na dissonância
Relação consonante: O indivíduo tenta adquirir novas informações ou crenças que irão aumentar a consonância.
Relação irrelevante: o indivíduo tenta esquecer ou reduzir a importância daquelas cognições que mantêm a situação de dissonância
teoria da dissonância cognitiva afirma que cognições contraditórias entre si servem como estímulos para que a menteobtenha ou produza novos pensamentos ou crenças, ou modifique crenças pré-existentes, de forma a reduzir a quantidade de dissonância (conflito) entre as cognições.
A dissonância pode resultar na tendência de confirmação, a negação de evidências e outros mecanismos de defesa doego. Quanto mais enraizada nos comportamentos do indivíduo uma crença estiver geralmente mais forte será a reação de negar crenças opostas.
Em defesa ao ego, o humano é capaz de contrariar mesmo o nível básico da lógica, podendo negar evidências, criar falsas memórias, distorcer percepções, ignorar afirmações científicas e até mesmo desencadear uma perda de contato com a realidade (surto psicótico).

Significado[editar | editar código-fonte]

dis·so·nân·ci·a [substantivo feminino] 1. Simultaneidade ou sucessão de dois ou mais sons desarmoniosos; 2. Desproporção desagradável; 3. Incoerência; 4. Desconcerto; má combinação (falando de estilo, belas-artes, etc.).Priberam
cog-ni-ti-vo [adjetivo] Refere-se à capacidade de adquirir ou de absorver conhecimentos; Diz respeito ao conhecimento, à cognição; Linguística; Que se refere aos mecanismos mentais pelos quais um indivíduo se vale ao utilizar sua percepção, memória, razão; Psicologia;
Que faz referência aos mecanismos mentais presentes na percepção, no pensamento, na memória, na resolução de problemas.  (Etm. do latim: cognitus + ivo) Dicionário Português Online

Exemplos[editar | editar código-fonte]

A Raposa e as Uvas
Uma ilustração clássica de dissonância cognitiva é expressa na fábula "A Raposa e as Uvas" por Aesop (cerca de 620-564 aC). Na história, uma raposa vê algumas uvas e quer comê-las. Quando a raposa é incapaz de pensar em uma maneira de alcançá-las, decide que não vale a pena comer, com a justificativa de que as uvas, provavelmente, não estão maduras ou que são azedas (daí a frase comum "uvas verdes"). A moral que acompanha a história é "Qualquer tolo pode desprezar o que ele não pode ficar". Este exemplo segue um padrão: um deseja algo, considera inatingível, e reduz a própria dissonância por criticá-lo. Jon Elster chama esse padrão "formação de preferências adaptativa".3

No ambiente Organizacional[editar | editar código-fonte]

Outro exemplo, é a relação que o indivíduo possui em seu ambiente organizacional. Se a cultura da empresa não condiz com os valores e crenças do indivíduo ocorre a dissonância e o relacionamento entre as partes pode ser prejudicado ou rompido se esta não for eliminada. Sendo assim a escolha de uma organização para se trabalhar vai muito além de aspectos financeiros, o ideal é que seja feita uma análise sobre quais são os valores da empresa para verificar se são consonantes com os do indivíduo que pretende fazer parte daquela organização.

Transvaloração[editar | editar código-fonte]

Por outro lado, Nietzsche fala em transvaloração, entendendo por isso o processo pelo qual a dissonância cognitiva passa para a história. Em outras palavras, o modo pelo qual os valores vão mudando ao longo do tempo. Nos primeiros choques, a consciência rejeita as contradições de seus "princípios" assentados em convicções. Depois, começa a envergonhar-se de suas evidências, e por fim a admitir o que antes seria impossível. O processo de mudança é por isso lento e de alta ansiedade.

Como mudar crenças[editar | editar código-fonte]

Mudar crenças disfuncionais enraizadas é uma das principais partes da terapia e expor as ideias conflitantes diretamente gera uma dissonância cognitiva muito desconfortável e pouco eficaz para mudar crenças. Por isso, ao invés de dar ordens, os psicoterapeutas frequentemente se focalizam em fazer perguntas que levem o paciente a refletir guiando para conclusões mais saudáveis, respeitando o papel ativo do paciente.4
Por exemplo: Ao invés de falar "Pare de beber! Bebida faz mal a saúde." perguntar "Você já teve algum problema como consequência da bebida?" e "Você já pensou em parar de beber?"

Referências

  1. Ir para cima Elster, Jon. Sour Grapes: Studies in the Subversion of Rationality. Cambridge 1983, p. 123ff.
  2. Ir para cima Festinger, L. (1957). A Theory of Cognitive Dissonance. Stanford, CA: Stanford University Press.
  3. Ir para cima Elster, Jon. Sour Grapes: Studies in the Subversion of Rationality. Cambridge 1983, p. 123ff.
  4. Ir para cima Emerson F. Rasera e Marisa Japur. Desafios da aproximação do construcionismo social ao campo da psicoterapia. Estudos de Psicologia 2004, 9(3), 431-439.

Ver também[editar | editar código-fonte]


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Disson%C3%A2ncia_cognitiva

terça-feira, 2 de junho de 2015

Fábulas Clássicas


http://sitededicas.ne10.uol.com.br/cfab3.htm

http://pt.slideshare.net/Cidasol1/sequencia-didatica-fabulas



quarta-feira, 25 de março de 2015

MEC DISPONIBILIZOU A COLEÇÃO EDUCADORES PARA DOWNLOAD GRATUITO

Esta série conta com 62 livros voltados para professores, educadores e interessados em geral é composta por pensadores brasileiros e estrangeiros, além de dois manifestos: “Pioneiros da Educação Nova”, de 1932, e “Educadores”, de 1959.
Paulo Freire, Jean Piaget, Antônio Gramsci, Anísio Teixeira, Darcy Ribeiro, Florestan Fernandes, são apenas alguns dos pensadores abordados nos títulos da coleção.
Confira a coleção completa aqui.
Fonte: Catraca Livre
http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/ResultadoPesquisaObraForm.do?first=50&skip=0&ds_titulo=&co_autor=&no_autor=&co_categoria=133&pagina=1&select_action=Submit&co_midia=2&co_obra=&co_

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Educação bancária e a educação libertadora


As diferenças essenciais entre a educação bancária e a educação libertadora proposta por Freire são:  
Educação Bancária
  • Conteúdo automático desligado do existencial do aluno.
  • Comunicação é unilateral.
  • Metodologia Didática, exposição oral pelo professor
  • Relação de poder unilateral. 
  • Avaliação: selecionar, classificar e contabilizar.
Educação Libertadora
  • O educador já não é o que apenas educa, mas o que, enquanto educa, é educado
  • O diálogo com o educando que, ao ser educado, também educa.
  • Professor e aluno sujeitos do mesmo processo construção. 
No entanto, a educação é um processo permanente, não se esgota nos minutos de cada aula, não se prende aos muros escolares, exatamente porque não acontece exclusivamente na escola.
Para Freire, nos educamos a vida inteira, até o momento da morte se constitui num ato educativo.
“...Estudar não é um ato de consumir idéias, mas de criá-las e recriá-las...” Freire.

Fonte:
http://www.profjuliososa.com.br/2013/02/professor-julio-sosa-comomencionei-em.html